Brasil e Estados Unidos voltaram à mesa de negociação. Mas o que muda para as empresas agora?
Em 31 de agosto de 2026, os dois países retomaram as negociações sobre as tarifas adicionais aplicadas a produtos brasileiros no mercado norte-americano.
O diálogo foi restabelecido e novas reuniões técnicas devem acontecer nas próximas semanas. Por enquanto, porém, não houve mudança nas tarifas em vigor.
Para empresas que operam entre Brasil e Estados Unidos, o momento ainda exige atenção aos produtos e classificações tarifárias atingidos, às exceções aplicáveis e aos impactos sobre custos, preços, contratos e estratégias de comércio exterior.
O que aconteceu?
Em 31 de agosto, representantes de Brasil e Estados Unidos retomaram as negociações sobre as tarifas adicionais aplicadas a produtos brasileiros.O encontro restabeleceu o diálogo direto e abriu caminho para novas reuniões técnicas nas próximas semanas.
O que mudou?
Por enquanto, nada nas tarifas em vigor.A retomada das negociações é um avanço no diálogo entre os países, mas ainda não houve anúncio de redução, suspensão ou revisão das medidas.
O que está em discussão?
Duas medidas adotadas pelos EUA com base na Section 301 atingem parte das exportações brasileiras:
+25% sobre determinados produtos
+12,5% relacionada à investigação envolvendo práticas de prevenção e combate ao trabalho forçado nas cadeias globais de suprimentos.
Dependendo do produto, as sobretaxas podem ser cumulativas.
O que as empresas devem acompanhar?
Mais do que a evolução diplomática, é importante observar:
→ produtos e HTS atingidos
→ exceções aplicáveis
→ possíveis mudanças tarifárias
→ impactos sobre custos, preços e contratos
→ reflexos nas estratégias de importação e exportação
O diálogo foi retomado. Agora, o foco está no que as próximas rodadas poderão efetivamente mudar.
A TTMS segue acompanhando os desdobramentos dessa agenda e seus impactos nas relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos.